Noite gelada
É a volta da idade do gelo, pensou o rapaz. O termômetro na parte de fora da janela, marcava um grau negativo – com vento. Tratou de se preparar para… Continue a ler »Noite gelada
Advogado, jornalista, publicitário e escritor. Em 24 de maio de 2005 foi eleito para Academia Paranaense de Letras e em 17 de outubro do mesmo ano, assumiu a “Cadeira nº 2” desta instituição.
É a volta da idade do gelo, pensou o rapaz. O termômetro na parte de fora da janela, marcava um grau negativo – com vento. Tratou de se preparar para… Continue a ler »Noite gelada
A primeira vez que vi Pelé de perto foi como repórter, em um Coritiba x Santos pelo campeonato nacional. À época o rei tinha um mantra aos jornalistas: “Não dou… Continue a ler »A bunda do rei
Este foi o título irônico de um filme de 1987 sobre prisioneiros norte-americanos em uma prisão do Vietnam do Norte. A prisão não parecia de forma alguma com um hotel… Continue a ler »Hanoi Hilton
Domingo de Páscoa, à noite. Sozinho no apartamento em Botafogo, lia o clássico Memórias do Cárcere, do mestre Graciliano, quando a campainha toca. Ali, na porta, estava o Frontino, irmão… Continue a ler »Ovo de Páscoa
Joinville, tempos imemoriais. Nasci na Rua Miguel Couto, mas ali fiquei de passagem. Logo fui acomodado no apartamento no andar de cima do casarão em que funcionava a União do… Continue a ler »Minhas ruas joinvilenses
O sujeito chegou aos 45 anos esgotado, reflexo da vida corporativa. Decidiu então vender seus negócios em busca de tranquilidade. Escreveu um artigo na Gazeta Mercantil anunciando que havia chutado… Continue a ler »A arte de (não) chutar o pau da barraca
Sérgio Mercer e eu íamos de carro até Porto Alegre, para um congresso do Conselho Nacional do Clubes de Criação Publicitária. Mercer era meu sucessor na presidência do clube dos… Continue a ler »Faca na nuca
Dia desses, conversando com o advogado Vitorio Sorotiuk, lembrei de uma madrugada de 1967, na calçada em frente ao Cine Avenida. Éramos alguns calouros de Direito saídos do Bar Mignon,… Continue a ler »Vitorio e o ano que não terminou
A falta de coordenação motora gera constrangimentos, ainda que atice a criatividade. Foi assim que descobri um jeito de escrever, com o polegar da mão esquerda na função de guia… Continue a ler »Agruras e glória
Este ano, Tânia e eu resolvemos estourar o balão, destruir a pasmaceira, botar pra quebrar. Prenhes de animação carnavalesca, com as malas abarrotadas de fantasias, despachamos as bagagens e pegamos… Continue a ler »Ecos de um carnaval apoteótico