O predestinado
Reinaldo era pessoa de hábitos simples. Dirigia a contabilidade de uma indústria, de onde saía todos os dias às 17h30, dez minutos depois estava em casa. Colocava um calção largo,… Continue a ler »O predestinado
Advogado, jornalista, publicitário e escritor. Em 24 de maio de 2005 foi eleito para Academia Paranaense de Letras e em 17 de outubro do mesmo ano, assumiu a “Cadeira nº 2” desta instituição.
Reinaldo era pessoa de hábitos simples. Dirigia a contabilidade de uma indústria, de onde saía todos os dias às 17h30, dez minutos depois estava em casa. Colocava um calção largo,… Continue a ler »O predestinado
O melhor amigo que tive era um cínico de fraque e cartola, um cínico solene. Não perdoava ninguém, dos mais simples às majestades. Seu cinismo era resultado do completo ceticismo… Continue a ler »Wagner, o cínico
Barce para os amigos, Sicupa para a torcida do Atlético – ainda sem “h” – Barcímio Sicupira Júnior foi uma grande figura, craque nos gramados, contador de histórias e animador… Continue a ler »Seu nome era Barcímio
Sobre o acidente ocorrido no Macuco Safári, em Foz do Iguaçu, causando a morte de um turista holandês, um amigo fez a observação cínica: “Essas é que são as verdadeiras… Continue a ler »Férias emocionantes
Entre as excentricidades que Curitiba viu nascer ou abrigou, estão três personagens unidos pelo apelido iniciado com a palavra “Homem”. O Homem Calzone, muito bem fornido dono de um restaurante… Continue a ler »O homem desastre
Depois de 40 dias de Copa do Mundo, em que a língua castelhana dominou boa parte das mídias virtuais ao redor do mundo, graças às presenças de Espanha, Argentina, Uruguai,… Continue a ler »Mascarones e conchas
O polaco Spekula foi uma figura folclórica na Curitiba dos anos 60. Se a grafia do nome está correta, desconheço – era assim que era referido. Spekula trabalhou em uma… Continue a ler »Spekula e o Négro
A Copa cresceu uma imensidão em 96 anos. De 18 jogos em 1930, passou a 104 em 2026. Talvez chegue a 128 em 2030, caso passe a proposta da Conmebol… Continue a ler »Últimas reflexões sobre as Copas
Desde logo esclareço que a palavra “perdi” não significa as que seleção brasileira perdeu, mas aquelas das quais não tenho lembranças – ou seja, as cinco primeiras. Cheguei atrasado às… Continue a ler »As Copas que perdi
Entre 1992 e 1993, Galvão Bueno deixou a Globo para fechar com a CNT, rede paranaense de televisão que estava tentando se estruturar em nível nacional, graças à amizade do… Continue a ler »Galvão Bueno, jogador de truco