Enquanto houver sorriso
Em frente à Mansão das Rosas, do alto do terraço, no colo da avó, a menina deixava o olhar repousar sobre o Colégio. Sequer imaginava, mas o amor já estava… Continue a ler »Enquanto houver sorriso
Maria do Rocio Vaz é formada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UFPR
Em frente à Mansão das Rosas, do alto do terraço, no colo da avó, a menina deixava o olhar repousar sobre o Colégio. Sequer imaginava, mas o amor já estava… Continue a ler »Enquanto houver sorriso
Quando éramos crianças, não pensávamos na felicidade. Apenas vivíamos e éramos felizes. É preciso, vez ou outra, olhar para a infância, molhar o pé no riacho de águas rasas e… Continue a ler »Não mexa com a irmã mais nova
O azul some do céu. Trovejam os anjos maus. Cascatas escorrem destemidas, chorando tristezas e alegrias por todos os cantos. Não há abrigo para os inocentes passantes que se amontoam… Continue a ler »A moça sem guarda-chuva
Noites de sábado são fascinantes. Por isso, algumas serão lembradas, especialmente aquelas em que eu deixei a solidão em casa. Sempre fui avessa a lugares cheios e barulhos exagerados, mas… Continue a ler »Agente secreta de mim mesma
Curitiba, dezoito horas. Sou motorista de quatro colegiais que tagarelam sem parar, em meio ao caos de ruas congestionadas. Na lotação só entra menina. Vamos logo! Minha filha e três… Continue a ler »Só entra menina
A menina amava aquela varanda de paredes cor-de-rosa. Duas cadeiras de balanço, com braços de madeira, assento e encosto de palha trançada, faziam a felicidade de quem queria ver a… Continue a ler »Histórias de uma cadeira de balanço
Ainda é noite. A casa acende suas luzes. Lá fora, chão chorado de chuva. Madrugadas têm seu charme, mas nem todas. O inverno despontou há dias e o frio, áspero,… Continue a ler »Madrugada chorada
Perdoadas as tristuras de todas as vidas, abandonadas as ilusões das ruas sem saída, eles flertam com a felicidade e enlaçam uma paixão de respeito. Os olhos tristes dela não… Continue a ler »Tua luz nos olhos tristes
Olharam-se de longe, pela primeira vez, sem imaginar em quantos abraços estariam envolvidos, um dia. Havia neles uma porção de alma que queria um pouco mais que um olhar fulminante… Continue a ler »Amor, um achado
Quem me dera voltar algumas décadas e andar descalça pelos “petits pavés” da Rua da Glória. Nos anos 70, eu e Amelinha andávamos sozinhas até o Passeio Público, quando tínhamos… Continue a ler »Rua da Glória, uma história