Ricardo Fiuza Flores, um dos maiores nomes da música eletrônica de Santa Catarina e fundador da icônica GreenValley, morreu na madrugada dessa quinta-feira (27), causando grande comoção no meio artístico e entre fãs do segmento. Considerado um dos responsáveis por projetar o estado no cenário mundial, Flores foi peça-chave para transformar a casa noturna — situada em Camboriú — em referência internacional e diversas vezes eleita a melhor do planeta. O empresário foi encontrado morto dentro de um apartamento em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.
Quem foi Ricardo Flores
Ricardo Flores ganhou destaque por sua visão empreendedora e por consolidar um modelo de entretenimento que colocou Santa Catarina no mapa global da música eletrônica. Seu trabalho influenciou artistas, produtores e empresários, criando um ecossistema vibrante que impulsionou a cena eletrônica brasileira.
A construção da GreenValley
Fundada por Flores, a GreenValley (R. Antônio Lopes Gonçalves Bastos, nº 1083 – Bairro Rio Pequeno) tornou-se sinônimo de inovação, festivais de alto padrão e line-ups prestigiados. A casa foi eleita diversas vezes a melhor do mundo pela DJ Mag, reconhecimento que reforçou o impacto do empreendedor no mercado e atraiu DJs de renome internacional para o Brasil.
Repercussão e homenagens
A morte de Ricardo Flores mobilizou artistas, DJs, empresários e fãs. Nas redes sociais, as homenagens destacaram seu legado, sua dedicação e a importância de seu trabalho para o desenvolvimento da música eletrônica no país. A GreenValley também publicou mensagens de agradecimento e pesar, ressaltando a trajetória visionária de seu fundador.
Foto: Reprodução Instagram
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