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ELEIÇÕES 2026

Quais foram as quatro empresas que produziram as urnas eletrônicas brasileiras desde 1996

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Desde 1996 até este ano, a urna eletrônica brasileira é reconhecidamente um equipamento que não somente agilizou o processo eleitoral do País, mas deu integridade ao pleito.

Os quatorze modelos do equipamento foram realizado por quatro fabricantes selecionados por licitação e que fabricaram ao todo 1.487.115 equipamentos.

Esses números resumem três décadas de eleições informatizadas no Brasil, período em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou um sistema de votação baseado em projeto de arquitetura de segurança 100% nacional e de sua propriedade.

Especificações técnicas

Desenvolvido a partir das especificações técnicas previstas em edital elaborado pelo TSE. Após a aprovação do protótipo, começa a etapa de fabricação e testes, procedimentos inteiramente supervisionados por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral.

As empresas fabricantes da urna eletrônica

Positivo Tecnologia

É a fabricante dos modelos mais atuais de urnas eletrônicas: UE2022 e UE2020.

Diebold/Diebold Procomp

Produziu os modelos 2015, 2013, 2011, 2010, 2009, 2008, 2006 e 2004.

Unisys Brasil

Fabricou o modelo 2002 e produziu a primeira urna eletrônica usada no país, a UE1996.

Procomp Indústria Eletrônica

Desenvolveu os modelos 2000 e 1998.

Urna eletrônica é um equipamento único

A urna eletrônica não é um produto de mercado, produzido conforme os padrões definidos pela própria fabricante. O que ocorre, conforme o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, é o processo contrário: as empresas participam da licitação para desenvolver um equipamento único, desenvolvido de acordo com os critérios encomendados pela Justiça Eleitoral.

“O Brasil não compra um modelo específico de urna de fabricantes. O processo de produção é do TSE. A urna também é um projeto do Tribunal Superior Eleitoral. E isso é muito diferente de outro país em que é um produto de prateleira [desenvolvido sem requisitos técnicos tão específicos]”, explica.

Segundo Azevedo, o edital lançado para a produção dos equipamentos possui mais de 500 páginas, com detalhados requisitos técnicos e de segurança a serem obedecidos pela empresa vencedora da licitação. E tanto o projeto da urna quanto o processo de fabricação do equipamento são auditados por servidores do TSE.

Com informações do TSE.
Fotos: Antonio Augusto/Secom/TSE

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